2010 se foi.

Dezembro 31, 2010

2010 foi um ano que começou com uma energia boa e poucas grandes expectativas, mas conforme o seu decorrer, muitas coisas boas aconteceram. Algumas pessoas sabem que eu tenho planos de tatuar todo ano que ficar marcado na minha história, até agora já tenho marcas de 82 e 2008. Certamente 2010 entrará nessa minha lista.

Postei muito pouco no blog e deixei de falar de novidades como as dores que senti em fazer piercings nos mamilos.

Ganhei novos vícios, acompanhei seriados como Six Feet Under (que teve suas 5 temporadas assistidas durante todo este ano), comecei a escutar podcasts e narrar uma das melhores aventuras de RPG que já fiz!

Grandes passos foram dados, como as investidas para tornar a comunidade QNNRJ um lugar muito mais prazeroso. Encontros mensais onde um coletivo de boas sensações eram trocadas, tal que consegui pela primeira vez ter coragem de abrir as portas da minha casa para realizar e participar da melhor festa a fantasia que já fui em toda minha vida.

Outros grandes passos foram dados na minha vida afetiva. Amei demais, aqueci a minha paixão e descobri que a melhor e mais perigosa maneira de ser ter um relacionamento de respeito e sendo sincero com a pessoa que você ama. Mais do que nunca, 2010 foi um ano que falei o que precisava falar e aceitei todas as conseqüências boas e ruins disso, um ano de novas experiências.

Profissionalmente, a Atrevo me rendeu muitas alegrias e com o aproximar do segundo aniversário, fez com que eu sentisse maior consolidação da minha menina dos olhos. Hoje em dia não escuto mais os votos negativos que escutei algumas vezes quando abrimos à empresa, mas infelizmente aquele dito popular que diz que “nossos maiores inimigos somos nós mesmos” se tornou uma realidade em nossa rotina atual. Acredito que será apenas mais uma fase que será ultrapassada.

Fui forte, superei amizades perdidas, segurei a barra dos mais velhos quando adoeceram e tive que fazer escolhas muito difíceis, como deixar de ir em um show do Cranberries por conta de economia, mas essas coisas não fizeram 2010 ser um ano difícil… acho que os últimos anos me ensinaram bem a pular os obstáculos. Tal que fecho esse post com a melhor sensação de realização. Que venha 2011!

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Minha trilha sonora de 2010

Dezembro 31, 2010

Adoro estatísticas, e talvez esse seja o principal motivo para eu ter tanto tesão no site last.fm. Como manda a tradição, aproveito esse último dia do ano para fazer um relatório do que eu mais escutei durante 2010.

De qualquer forma, achei que o resultado não foi um real reflexo do que escutei esse ano, principalmente se levarmos em consideração que essa contabilidade do last.fm não é feita durante as minhas viagens de idas e vindas para qualquer lugar. Pego a lista de artistas mais ouvidos e percebo que é muito complicado tentar fazer uma “competição” entre Beatles e Glee (que possuem um arsenal de músicas enorme) contra os meninos do Two Door Cinema Club (que lançaram seu primeiro album oficial em 2010). Sempre escuto Beatles e quando não to afim de escutar nada, ou melhor, de criar um som ambiente, sempre acabo apelando para os rapazes de liverpool

Por isso, apesar das estatísticas, fecho o ano (e esse post) elegendo o meu top 10musical:

1. Two Door Cinema Club

2. Ellie Goulding

3. Sean Lennon

4. 30 Seconds To Mars

5. Keane

6. La Roux

7. Adele

8. Glee

9. Swell Season

10. Paramore

 

 

 

 


Metas para 2010: Voltando aos 90’s

Janeiro 31, 2010

Em 2007, fiz uma das jornadas mais incríveis da minha vida. Fui para Sampa com o objetivo de finalmente ver o Show da minha musa Irlandesa: Dolores O’riordan (vocalista do the Cranberries) e apesar de ter sido um dos melhores dias da minha vida, voltei da terra da garoa com um sentimento meio triste no peito causado pela quase nula divulgação o que acarretou em uma pista vazia e com poucos fãs (mas asseguro que essa não foi a principal lembrança que guardei ddeste dia).

Muito tempo se passou e para minha enorme surpresa, no final do ano passado, the Cranberries resolveu reatar os laços  no final de 2009 e o mais bizarro, fariam uma série de shows em países da américa Latina, Brasil estava nessa rota.

Logo pensei… “Será que teremos mais um show vazio?…”

Passaram-se os meses, mas a ansiedade só brotou quando eu estava na fila da entrada. Graças ao bom senso musical coletivo, eu estava completamente enganado… o Show que aconteceu na noite de 28 de Janeiro no Citibank Hall estava lotado e posso assegurar que o mesmo aconteceu nas outras três capitais por onde a banda passou!

Algumas pessoas podem se perguntar em como esse “milagre” aconteceu, mas a resposta é facil. Chegue perto de alguém e diga que acha legal o som do the Cranberries… no mínimo o seu ouvinte vai indagar que não conhece essa banda. Então, cante um trecho de Linger, Zombie ou Ode to My Family… pronto, vc vai arrancar suspiros e depoimentos tal qual “nossa, eu adoooro essa música”.

Para desmistificar uma terrível lenda urbana criada no início dos downloads da Internet… the Cranberries e Sixpence None the Richer não são a mesma banda, logo, Kiss me não pertence ao Cranberries.

😀

Quanto ao show… nem preciso falar que foi incrível.
Foto: Flávio Moraes (G1)


Meta para 2010: Rugby

Julho 23, 2009

rugby

Sei que tenho problema cardiaco, mas a cada dia que passa sinto a necessidade de iniciar a pratica de alguma atividade física. Pra começar de leve, vou propor ao Vinicius que treinemos Rugby, … só pela imagem da pra sentir o vigor desse jogo. Fotografia muito bonita, talentoso demais o responsável por ela…