Being Human

Março 13, 2011

Eu e o lugs montamos um desafio para esse final de semana: Assistir o piloto da versão britânica e americana de Being Human. Experiência engraçada, mas serviu para que pudéssemos escolher de maneira não pessoal, a melhor versão.

Foi unânime,… a versão americana é muito mais bacana!

No início eu naum gostei muito dessa coisa de vampiro andando em plena luz do dia, mas a ambientação é bem legal, destaque para versão americana, que enfatiza uma fotografia mais sombria que a britânica. Além disso, você acaba pensando que o plot inicial é fraco: Um vampiro e um lobisomen dividindo uma casa com uma fantasma. Deixando os preconceitos de lado, acabei me permitindo entrar no universo criado por Being Human. O motivo para que os três estejam juntos acaba sendo bem plausível. Adoro o clima que se cria de “casal gay” entre o Lobsomen e o Vampiro (além do mais, são dois rapazes morando juntos – ninguém vê a fantasma).

Critérios observados para gostar mais da versão americana:

– A fantasia de lobisomem na versão britânica é digna de sítio do pica pau amarelo. Na versão americana, o lobsomen consegue causar uma impressão foda!

– Na versão britânica, a fantasma consegue tocar nas coisas e quase ser estuprada por um lobsomen (S01E03). Achei isso um absurdo, como uma fantasma pode ter medo de ser estuprada!? Enquanto na versão americana, a fantasma tem que aprender a dominar todas as suas habilidades, inclusive a capacidade de conseguir sair de casa. Com o tempo ela vai ficando sinistra.

– Ainda sobre a fantasma,… a bipolaridade dela me irrita na versão britânica! Muitas vezes ela faz pose de gasparzinho, super simpátiquinha.

– Vampiro de merda! Na versão britânica o ator não consegue passar credibilidade alguma ao papel. Na versão americana ele tem mais de 200 anos e um laço muito sinistro com o Vampiro responsável pela cidade de San Fransisco.

– Na versão britânica, os outros vampiros saum super apagados…

– A Vamputa da versão americana é muito mais sexy e divertida!…

– A versão britânica conta com 6 capítulos em sua primeira temporada, enquanto a americana tem 13, ou seja, mais tempo para se trabalhar as personagens.

– Na versão Americana, o lobisomem tem uma irmã lésbica mega fofa, que já deixa geral tenso no S01E01.

– A versão Britânica tem um ritmo meio engraçado, enquanto a americana tenta criar um clima mais sério.

– Acho muito mais reais os conflitos entre os protagonistas na versão americana.

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O final de Six Feet Under

Fevereiro 17, 2011

Esse post contem Spoilers.

Como era complicado imaginar um final para Six Feet Under. Apesar de tudo, a conclusão que parecia mais óbvia era a que eu menos esperava. Mas assumo que não existiria maneira melhor de fechar uma série que tinha como principal característica a riqueza de seus personagens individualmente e a estranha rotina de uma família responsável por uma casa funerária. No vídeo abaixo, a cena final de Six Feet Under.

Assisti com o Lugs e passamos os minutos finais sem fazer qualquer tipo de contato visual. O silêncio tomou conta da sala e quando tudo acabou, percebemos que estávamos estragados de tanto chorar. Dizer Adeus não foi fácil e acredito que dificilmente algum seriado consiga superar o sentimento causado com o final de Six Feet Under


Summer Wars

Abril 25, 2010

Eu tenho uma rotina esquisita de todo final de semana efetuar uma série de downloads. Ontem em especial, por conta de uma zapiada pela net, acabei caindo em um site que falava sobre uma matéria de uma revista japa que elegia os 10 melhores animes de 2009. Comecei a assistir trailer por trailer e foi só na sétima colocação que me senti intrigado por este movie: Summer Wars.

Alguns motivos me chamaram a atenção, mas o que de fato se destacou foi saber que o desenho desenho é de Sadamoto Yoshiyuki (Evangelion) enquanto a direção e oroteiro são de Okudera Satoko (Toki wo Kakeru Shoujo – A garota que pulou através do tempo).

Sinopse copiada: A história centra-se no colegial Koiso Kenji, um garoto prodígio em matemática que passa o seu tempo trabalhando em OZ, um mundo virtual. Kenji é um gênio com números, mas mal adepto socialmente. Ele tem uma paixão secreta pela sua veterana Shinohara Natsuki, mas não tem coragem de dizer a ela. No início de suas férias de verão, ele é convidado por Natsuki para ajudar na celebração do 90º aniversário da sua avó. Embora Kenji não conhece os detalhes do plano, ele concorda e vai com Natsuki a casa da sua avó em Ueda, Nagano. Para grande surpresa de Kenji, ele é apresentado na casa da família Shinohara como noivo de Natsuki.

De qualquer forma, o que achei mais foda no anime é que Koiso se depara com uma família tradicionalíssima, praticamente um legado na história do Japão… tudo isso acaba se remodelando as necessidades da narrativa moderna (sem mais comentários para não causar spoilers). É muito interessante  fazer comparativos entre a história da família de Natsuki com o “decorrer” hi-tech que o filme propõe.

Engraçado pensar que cheguei a olhar para o Lugs e falar: “ta meio chato né… vamos parar de assistir!?”, mas bastou passarem os 20 primeiros minutos de filme para que nos sentíssemos apaixonados por aquela família!

Foda demais! Super recomendo.

trailer:

fonte: asianspace


Skins 4

Março 2, 2010

Conforme o fim da segunda temporada de Skins, muitos fãs da série não tentaram assistir a temporada seguinte. Motivo bem simples: O elenco todo foi renovado (só mantendo uma personagem: Effy). Basicamente a terceira temporada de Skins era um novo seriado.

Roupas mais coloridas, muito mais drogas e bebidas, personagens futeis… cheguei a pensar que seria o fim da série Skins, mas insisti em assistir os capitulos até o fim da terceira temporada. Resultado: Gostei, certamente começaria a assistir a quarta temporada, mas nunca tentei comparar as duas gerações das personagens.

Bem… pouco mais de um mês começou a ser exibida essa nova temporada, assumo que o primeiro capítulo com foco na personagem Thomas foi fraco, mas nas primeiras cenas já se podia sentir que as coisas estavam mais sombrias, com uma temática mais séria e uma abordagem perigosa tendo em vista o publico alvo mais jovem: Suicídio.

Acabei de assistir o “Capítulo 5: Freddie”… Freddie está longe de ser a minha personagem preferida, tal que o fato dele e da Effy terem se anulado até agora na série estava me agradando muito, mas como todos os capítulos anteriores desta temporada, tive uma bizarra surpresa. O capítulo 5 é genial. Falar mais sobre a quarta temporada pode estragar toda a emoção conferida para quem assisti, por isso, ficam as minhas recomendações.


UP

Setembro 10, 2009

up_08

Se você tem a oportunidade de ler qualquer coisa sobre esse filme, não leia… simplesmente por ele ser maravilhoso e qualquer informação pode acabar influenciando em diminuir o brilho que o mesmo oferece. Fui assistir com expectativas medianas e me surpreendi com o resultado final, tinha uma impressão completamente errada de todos os personagens, mas saí do cinema apaixonado por todos eles … posso dizer que a Pixar conseguiu fazer algo tão bom ou até melhor do que “Procurando Nemo“. Gente, até agora tô suspirando com os 10minutos iniciais do filme… aih aih…

Super recomendo… e definitivamente, uma das melhores dublagens que eu já escutei!


Arrasta-me

Agosto 29, 2009

arrastame

Existem vantagens e desvantagens em assistir um filme que vc se quer leu a sinopse. Foi o que aconteceu com “Arrasta-me para o inferno”, que acabou me chamando atenção unicamente pelo nome. Adoro filmes de terros, principalmente os que assustam de verdade, tarefa que é complicada ao extremo hoje em dia… fazia tempo inclusive que eu não me borrava ao assistir alguma coisa.

Mas uma coisa é clara pra mim, filmes de terror que envolvem o capeta ou exorcismos são os top aterrorizantes. É algo irracional, não sei explicar bem, mas chego a sair de uma exibição com os músculos doloridos de tão tenso. Pensei que Arrasta-me para o Inferno seguiria essa linha…

Pois bem, o filme é MUITO BOM, conseguiu me pregar alguns bons sustos desprevinidos, CONTUDO… eu esperava muito mais do filme. Sabe, como falei no começo do post, por mais que eu não soubesse o que esperar do filme, pensei em ver um blockbuster aterrorizante O filme até consegue focar nessa parte, mas tbem segue uma linha de comédia escrachada (acabei fazendo algumas pesquisas depois do cinema e percebir que é um gênero a parte, o “TerRIR”… muito diverente de gêneros como “Todo Mundo em Pânico”). De qualquer forma, depois dessas dicas, acabo recomendando o filme para quem ainda esteja na dúvida.


Gay Potter?

Julho 17, 2009

Eu não queria comentar sobre o filme novo do Harry Potter… acho que sou pouco entendedor do assunto, tal que até achei legal o filme, mas vale deixar um comentário: Duas sessões lotadas e a percepção de que 30% dos fãs de Harry Potter são gays é eminente… nossa, como tinha viado no cinema!

Mudando de assunto, acabei lembrando desse vídeo do Daniel Radcliffe. Difícil dizer que ele não curtiu a abordagem…


Vale dizer que acho esse gordinhomisterioso um luxo, acho que o beijo foi pra valer, senti até um arrepiozinho quando o cara acariciou o Harry… nossa, tenso demais isso!