A day in the life

Janeiro 31, 2009

08_eu-desenhando

I read the news today oh boy
About a lucky man who made the grade
And though the news was rather sad
Well I just had to laugh
I saw the photograph

He blew his mind out in a car
He didn’t notice that the lights had changed
A crowd of people stood and stared
They’d seen his face before
Nobody was really sure if he was from the House of Lords.

I saw a film today oh boy
The English Army had just won the war
A crowd of people turned away
But I just had a look
Having read the book, I’d love to turn you on…

Woke up, fell out of bed,
Dragged a comb across my head
Found my way downstairs and drank a cup,
And looking up I noticed I was late.

Found my coat and grabbed my hat
Made the bus in seconds flat
Found my way upstairs and had a smoke,
and somebody spoke and I went into a dream

I read the news today oh boy
Four thousand holes in Blackburn, Lancashire
And though the holes were rather small
They had to count them all
Now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall.
I’d love to turn you on.


Alimentando o Pexe

Janeiro 31, 2009

Tá. Agora me diz o que tem de ruim em michiko to hachin. Não, pq vc diz que é uma recomendação para não se ver, mas não explica o motivo!

eu vi a abertura, e percebi, pelo traço, pela música pela fonte das letras que quiseram dar um ar de anos 70 pra coisa.

e quanto á Paprika… não é aconselhavel pra quem está com sono… Bem, e quando não se está com sono??

Comentário do Pexe

Vamos lá… passo-a-passo. Michiko to Hachin foi na verdade uma frustração pra mim. Eu estava super animado pra assistir por conta das musicas do Kassin e do cenário / ambientação que propunha a sinopse. Na matéria do Gem que descobri tal anime, dizia que alguns responsáveis pelo desenho passaram uma pequena temporada no Brasil para serem brutalmente influênciados. Sei que animes não necessáriamente retratam uma realidade, mas nesse caso, pensei que existiria fidelidade. De boa… se ninguem me falasse que aquilo é o Rio de Janeiro ou algum tipo de simulacro, eu não acreditaria… Posso estar sendo meio escroto, até por que só me dei a oportunidade de assistir o primeiro episodio, mas não curti!

Já Paprika… é complicado explicar. Eu sempre acabo tendo um pé atrás com filmes que são intitulados como cult, onde  as pessoas já batem palmas antes de assistir só por que tem um diretor foda ou por ter sido feito num pais desconhecido de um canto qualquer da Europa-Asiática. Sou adepto ao movimento “cult de cu é rola”. Mas sem generalizar, cheguei em uma fase onde não costumo dividir os filmes como Hollywoodianos e cults… hoje em dia conceituo os filmes como sendo bom e ruim.07_paprika

Paprika tinha tudo pra ser bom… mas não conseguiu me surpreender, é previsível e repetitivo… as imagens são lindas, mas acho que da pra se satisfazer o suficiente só com o trailer, sendo assim, economizando 1:30h do seu tempo. algumas pessoas dizem que a história é maravilhosa, mas poderia muito bem ser uma adaptação de matriz onde o real e o fictício se esbarram… enfim, não curti.

Ps.: Quanto a Tattoo: faz uma tattoo pequena antes! Assim vc terá mais vontade de fazer uma grande e experiência pra saber se dói muito ou não.

Ps.: O diretor de Paprika é o Satoshi Kon


O curioso caso no Shopping Carioca

Janeiro 29, 2009

Parte 01

Eu não posso reclamar de rotina ou marasmo, principalmente depois da tarde de ontem. Tudo o que será repassado nas linhas a seguir foram o prelúdio de uma simples ida ao cinema.

Marquei com o Vinicius de nos encontrarmos no Shooping Carioca bem antes do inicio do filme para que pudéssemos mutretar na compra dos ingressos (eu não tenho mais carteira de estudante). O meio mais rápido de chegar nesse shopping é pegando carona com uma van que sempre passa la perto do meu trabalho. A bichinha passou rápido e foi tranquilo pegar lugar pra sentar… quando descancei o meu corpo no banco do carro, me dei conta de que o Vinicius (meu menino) poderia ter pego a mesma, já que ela tem em Caxias, um ponto inicial. Batata! Bastou eu pensar nisso e meu celular tocou, antes de atender olhei pra trás e avistei Vinicius me olhando e ligando pra mim…

***

pei_matou_o_cachorroNo shopping, encontramos o Ubby e o Michel,… até aih tudo bem já que o Vinicius já havia me falado que os encontraríamos. Ficamos menos de 5 minutos na praça de alimentação até que fomos surpreendidos por um tiroteio de um tiro só dentro da praça de alimentação do shopping (pois é… tiroteio de um tiro só dentro do shopping, pode isso!?). Engraçado escrever isso, mas eu achei a cena linda. Como estava todo mundo sentado, o que se pode ver foi um arrastão de pessoas levantando simultaneamente, como uma onda de gente e evacuando o shopping. Eu não escutei o tiro, e pensei num primeiro momento que era um arrastão. Loucura!

Quando esse tipo de coisa acontece, vc só fica sabendo da verdade depois que recebe o tiro… pois bem, demos sorte e saímos ilesos junto com todos os outros fugitivos do shopping. A confusão aconteceu por conta de dois meliantes que estavam praticando pequenos furtos dentro da praça de alimentação. Para azar deles, tinha um policial por ali…

Eu não sei quem deu o tiro, mas no final das contas os bandidos foram presos.

Depois dessa grande emoção emoção, encaramos uma fila enorme para comprar os tickets e encontramos sem planejar Debs e Allan, que fizeram a ida ao cinema valer mais a pena.

Parte 2

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O Curioso caso de Benjamin Button” é do caralho, só naum sei se é uma legal assistir caso vc seja um velhinho, já que fala sobre isso: O tempo! Quando devemos acreditar que temos pouco tempo de vida, quanto nos restas e o que podemos fazer durante esse pouco que nos sobra. O filme pode parecer bem previsível, mas consegue ser gostoso e até surpreendente em como se dá o desfecho… recomendo


Lennon cheirando Coca

Janeiro 26, 2009

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Agora da pra entender todo aquele papo utópico que o cara defendia. Apesar de ser mó drogadão a ponto de ser retratado cheirando coca, continuo achando ele o Beatle mais foda (ou pelo menos costumava ser…)


Justice com as próprias mãos

Janeiro 26, 2009

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Uma coisa que sinto mó falta no meu trampo é a tal da democracia musical. Divido a sala com duas pessoas que apenas por um milagre dariam oportunidade a bandas com menos de 10 anos de existência. Sei que to sendo meio malvado, eles até deixam eu escutar as musicas que eu curto la no nosso rádio comunitário, mas o preço disso são as piadinhas e desmerecimentos as bandas que eu curto.

Mas os tempos mudaram, eles estão muito mais liberais quanto a isso e deixaram que eu trocasse a estação de rádio (já que já faz uns meses que a mantemos na Paradiso). Minha opção foi a Oi FM

Que surpresa! Pensei que as rádios cariocas não teriam mais salvação, mas a Oi FM ta com uma programação muito boa. De Beatles a Artic Monkeys, meu dia começou com Strokes e sequencias com Los Hermanos e até Cardigans. Muito bonito. Tá muito complicado segurar a franga no trabalho… acabo sempre dançando na cadeira.

Uma das coisas que percebi foi que a canção que mais se destaca em desperatar o meu lado “dançarino sensual” é “D.A.N.C.E” do Justice. Já ta batidona, mas assummo que curto muito. Acabei cedendo e baixando o album deles.

Musica eletrônica não é muito a minha praia,mas até que o Cross (album deles) é legal.  Abaixo o clipe de D.A.N.C.E, acho bem legal.


Eu não sou Otaku não!

Janeiro 26, 2009

De vez em nunca, eu me dou a oportunidade de assistir alguns animes. Pior que, na maioria das vezes, me arrependo. Segue abaixo duas dicas para que vc não assista:

Michiko to Hatchin

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Lugs havia me passado um link do G1 que falava sobre um anime que tem como ambientação uma favela ficticia no Rio de Janeiro. Apesar disso ter sido um puta diferencial, o que me chamou a atenção foi o fato da trilha sonora ter sido assinada pelo Kassin. De qualquer forma, o desenho tem varias referências engraçadas, principalmente nos nomes: Michiko Malandro, Hatchin Moreno,…

O problema todo é que a introdução é mega fraca e a imagem amarelada do desenho me reverte mais a um clima de velho oeste, do que o gueto carioca. Ao menos a abertura é show de bola.

Paprika
Foi um indicação antiga de um amigo que costuma não errar nas dicas. acabei relembrando do desenho quando o avistei numa prateleira da Casa & Video. Pô…o desenho é muito bem feito, mas confuso e não aconselhável quando se estar com sono.


Meta Nº 126 para 2009: Dói

Janeiro 24, 2009

04_tattooEu juro que minha vontade era de começar esse post alegando que a dor da tatuagem é pior do que a do parto, mas até que não… quando rolou a primeira deslizada de agulha, eu senti um frio na espenha e logo depois percebi que não doia tanto…

Na verdade, eu não quero enganar ninguem. Quando vc faz tatuagem, vc sente no mínimo “dor” (ponto). Só isso, quem fala que fazer tatuagem é tranquilo, tá mentindo. Não é tranquilo porra nenhuma, é tenso demais, sensação de puta incomodo…

Completando o parágrafo anterior. Como tatuagem no mínimo te leva a dor, pode te proporcionar momentos de níveis de dores escalafabéticas. Se vc tem medo do barulhinho da agulha (que é identica a do bisturi do dentista), torça para que a mesma continue fazendo muito ruído, pois são nessas horas em que a sua pele é menos sacaneada… o silêncio significa que ela ta triturando a sua pele…

Quer uma dica: Durante o processo, faça caretas e cante… cante muito alto. De verdade, a dor minimiza.