A volta do Kaiser Chiefs

Maio 30, 2011

Coincidentemente ou não, duas semanas atrás, resolvi começar a seguir o vocalista do Kaiser Chiefs no Twitter. Apesar da ação voluntária, estava achando triste acompanhar a rotina anônima do Ricky Wilson e pensei que talvez fosse verdade o fim não anunciado da banda. Contudo, hoje pela manhã, o cara twittou o suposto nome de uma nova música e no final da tarde, para surpresa de todos, havia um clipe pipocando pelo youtube.

Sensacional! Kaiser Chiefs com uma pegada mais pesada. Estou torcendo muito para que o novo álbum siga esse estilinho!


Being Human

Março 13, 2011

Eu e o lugs montamos um desafio para esse final de semana: Assistir o piloto da versão britânica e americana de Being Human. Experiência engraçada, mas serviu para que pudéssemos escolher de maneira não pessoal, a melhor versão.

Foi unânime,… a versão americana é muito mais bacana!

No início eu naum gostei muito dessa coisa de vampiro andando em plena luz do dia, mas a ambientação é bem legal, destaque para versão americana, que enfatiza uma fotografia mais sombria que a britânica. Além disso, você acaba pensando que o plot inicial é fraco: Um vampiro e um lobisomen dividindo uma casa com uma fantasma. Deixando os preconceitos de lado, acabei me permitindo entrar no universo criado por Being Human. O motivo para que os três estejam juntos acaba sendo bem plausível. Adoro o clima que se cria de “casal gay” entre o Lobsomen e o Vampiro (além do mais, são dois rapazes morando juntos – ninguém vê a fantasma).

Critérios observados para gostar mais da versão americana:

- A fantasia de lobisomem na versão britânica é digna de sítio do pica pau amarelo. Na versão americana, o lobsomen consegue causar uma impressão foda!

- Na versão britânica, a fantasma consegue tocar nas coisas e quase ser estuprada por um lobsomen (S01E03). Achei isso um absurdo, como uma fantasma pode ter medo de ser estuprada!? Enquanto na versão americana, a fantasma tem que aprender a dominar todas as suas habilidades, inclusive a capacidade de conseguir sair de casa. Com o tempo ela vai ficando sinistra.

- Ainda sobre a fantasma,… a bipolaridade dela me irrita na versão britânica! Muitas vezes ela faz pose de gasparzinho, super simpátiquinha.

- Vampiro de merda! Na versão britânica o ator não consegue passar credibilidade alguma ao papel. Na versão americana ele tem mais de 200 anos e um laço muito sinistro com o Vampiro responsável pela cidade de San Fransisco.

- Na versão britânica, os outros vampiros saum super apagados…

- A Vamputa da versão americana é muito mais sexy e divertida!…

- A versão britânica conta com 6 capítulos em sua primeira temporada, enquanto a americana tem 13, ou seja, mais tempo para se trabalhar as personagens.

- Na versão Americana, o lobisomem tem uma irmã lésbica mega fofa, que já deixa geral tenso no S01E01.

- A versão Britânica tem um ritmo meio engraçado, enquanto a americana tenta criar um clima mais sério.

- Acho muito mais reais os conflitos entre os protagonistas na versão americana.


O final de Six Feet Under

Fevereiro 17, 2011

Esse post contem Spoilers.

Como era complicado imaginar um final para Six Feet Under. Apesar de tudo, a conclusão que parecia mais óbvia era a que eu menos esperava. Mas assumo que não existiria maneira melhor de fechar uma série que tinha como principal característica a riqueza de seus personagens individualmente e a estranha rotina de uma família responsável por uma casa funerária. No vídeo abaixo, a cena final de Six Feet Under.

Assisti com o Lugs e passamos os minutos finais sem fazer qualquer tipo de contato visual. O silêncio tomou conta da sala e quando tudo acabou, percebemos que estávamos estragados de tanto chorar. Dizer Adeus não foi fácil e acredito que dificilmente algum seriado consiga superar o sentimento causado com o final de Six Feet Under


Vídeos Two Door Cinema Club no Rio de Janeiro

Fevereiro 2, 2011

Vídeo Oficial do Queremos

Vídeo Cotidiano

… preciso dizer que apareço várias vezes nos dois vídeos. Muita felicidade!


Sonho Realizado: Two Door Cinema Club

Janeiro 30, 2011

O grande dia chegou. Passei o final de semana inteiro morrendo de ansiedade, mas tudo foi mega delicioso. Minha alegria começara assim que cheguei na frente ao Circo Voador e encontrei uma série de pessoas que mal conhecia, mas que me chamavam pelo nome (resultado óbvio por espalhar aos sete cantos o meu vício pela banda). Galera super de boa, que me acompanhou nessa Ode inesquecível.

Tudo estava dentro do planejado e nem mesmo o atraso de mais de uma hora conseguiu me desanimar. O show foi simplesmente uma injeção de adrenalina que fazia efeito de overdose a cada inicio de uma nova canção. Eu me sentia integrado a cada canção, sem me preocupar em ter que pausar para respirar ou parar de pular…

Show incrível… eu que no inicio tinha esboçado um simulacro de chateação por não conseguir comprar nada (que me fizesse lembrar do show), acabei sendo premiado (por força divina) com uma baqueta arremessada pelo baterista e um reencontro com os integrantes da banda no final do Show.

Pois é, esse momento em especial terei que agradecer eternamente ao Lugs. Estava tudo muito confuso, já tinhamos perdido a oportunidade de falar direto com o Alex (Vocalista), foi quando o Lugs ergueu a sua voz e chamou pelo ruivo posicionando o meu status de “maior fan da banda”. A consequência disso você pode ver abaixo:

Toda a imagem de um frio representante de banda cool Irlandesa foi por água abaixo. Alex pareceu ser muito mais novo de idade, quase um menino espantando com a possibilidade de saber que a sua banda de garagem é tão amada por pessoas de países tão distantes como o Brasil. Minha noite acabou dentro de um taxi, delirando todos os bons momentos que tive horas antes ao lado do Lugs, Joninhas, Sam, Kev, Ben e Alex Trimble…


Adele 21

Janeiro 20, 2011

O ano mal começou e já temos aquele que será considerado o melhor álbum de 2011. Adele acabou de lançar o “21″ e chocou mais uma vez o mundo da música com um CD que conseguiu superar o seu antecessor “19″. Inacreditável pensar que a vadia só tem 21 anos.

Meu primeiro contato foi com uma dessas listinhas de final de ano. Flávia Durante fez um post no site Move that Jukebox sobre o melhor disco de 2010, mas aproveitou uma brecha para falar sobre a melhor música (do final) do ano em questão: Roling in the Deep, que teve seu single lançado em Dezembro. Escutei a música, vi o clipe e me apaixonei. Depois disso começou a minha expectativa para lançamento do “21“.

Sem exageros, “21” já abre com uma porrada sentimental em Roling in the Deep e mantem o rítimo até o final. Minhas favoritas são “Turning Tables“, “Don’t You Remember” e a devastadora “Set Fire to the Rain“”. Espero que as três se tornem singles. Além destas, existe uma regravação de the Cure, Lovesong.

Abaixo o maravilhoso clipe de Roling in te Deep



É dos nerds que eles gostam mais.

Janeiro 17, 2011

Sempre gosto de fazer essa pegadinha com meus amigos. Seleciono qualquer música do Hawthorne pra tocar e logo em seguida pergunto para o ouvinte como ele imaginaria o interprete da mesma. Nunca consegui escutar uma descrição que batesse, até por que a voz do Hawthorne carrega toda uma tradição soul dos anos 60… ou seja, negão estiloso!

Essa foto foi tirada por Sérgio Luis e expressa bem como foi o show do Mayer Hawthorne, única apresentação do cara aqui no Rio, realizada pelo projeto @queremos. Eu que antes já tinha certo carinho por suas músicas, acabei ficando mais apaixonado pelas melodias, ritmos e personalidade contagiante do carinha.

O show foi muito agradável, mas infelizmente só percebi a magnitude do mesmo, dias depois de ter acontecido. Escutei seu álbum ainda pouco e a cada faixa, me transportava para os momentos de magia do show… sobrou-me só agora a sensação de “quero-mais”.

Mas valeu mega a pena. I love you… Spider Man!


2010 se foi.

Dezembro 31, 2010

2010 foi um ano que começou com uma energia boa e poucas grandes expectativas, mas conforme o seu decorrer, muitas coisas boas aconteceram. Algumas pessoas sabem que eu tenho planos de tatuar todo ano que ficar marcado na minha história, até agora já tenho marcas de 82 e 2008. Certamente 2010 entrará nessa minha lista.

Postei muito pouco no blog e deixei de falar de novidades como as dores que senti em fazer piercings nos mamilos.

Ganhei novos vícios, acompanhei seriados como Six Feet Under (que teve suas 5 temporadas assistidas durante todo este ano), comecei a escutar podcasts e narrar uma das melhores aventuras de RPG que já fiz!

Grandes passos foram dados, como as investidas para tornar a comunidade QNNRJ um lugar muito mais prazeroso. Encontros mensais onde um coletivo de boas sensações eram trocadas, tal que consegui pela primeira vez ter coragem de abrir as portas da minha casa para realizar e participar da melhor festa a fantasia que já fui em toda minha vida.

Outros grandes passos foram dados na minha vida afetiva. Amei demais, aqueci a minha paixão e descobri que a melhor e mais perigosa maneira de ser ter um relacionamento de respeito e sendo sincero com a pessoa que você ama. Mais do que nunca, 2010 foi um ano que falei o que precisava falar e aceitei todas as conseqüências boas e ruins disso, um ano de novas experiências.

Profissionalmente, a Atrevo me rendeu muitas alegrias e com o aproximar do segundo aniversário, fez com que eu sentisse maior consolidação da minha menina dos olhos. Hoje em dia não escuto mais os votos negativos que escutei algumas vezes quando abrimos à empresa, mas infelizmente aquele dito popular que diz que “nossos maiores inimigos somos nós mesmos” se tornou uma realidade em nossa rotina atual. Acredito que será apenas mais uma fase que será ultrapassada.

Fui forte, superei amizades perdidas, segurei a barra dos mais velhos quando adoeceram e tive que fazer escolhas muito difíceis, como deixar de ir em um show do Cranberries por conta de economia, mas essas coisas não fizeram 2010 ser um ano difícil… acho que os últimos anos me ensinaram bem a pular os obstáculos. Tal que fecho esse post com a melhor sensação de realização. Que venha 2011!


Minha trilha sonora de 2010

Dezembro 31, 2010

Adoro estatísticas, e talvez esse seja o principal motivo para eu ter tanto tesão no site last.fm. Como manda a tradição, aproveito esse último dia do ano para fazer um relatório do que eu mais escutei durante 2010.

De qualquer forma, achei que o resultado não foi um real reflexo do que escutei esse ano, principalmente se levarmos em consideração que essa contabilidade do last.fm não é feita durante as minhas viagens de idas e vindas para qualquer lugar. Pego a lista de artistas mais ouvidos e percebo que é muito complicado tentar fazer uma “competição” entre Beatles e Glee (que possuem um arsenal de músicas enorme) contra os meninos do Two Door Cinema Club (que lançaram seu primeiro album oficial em 2010). Sempre escuto Beatles e quando não to afim de escutar nada, ou melhor, de criar um som ambiente, sempre acabo apelando para os rapazes de liverpool

Por isso, apesar das estatísticas, fecho o ano (e esse post) elegendo o meu top 10musical:

1. Two Door Cinema Club

2. Ellie Goulding

3. Sean Lennon

4. 30 Seconds To Mars

5. Keane

6. La Roux

7. Adele

8. Glee

9. Swell Season

10. Paramore

 

 

 

 


Queremos Two Door Cinema Club no Rio

Dezembro 20, 2010


“Euforia” seria o termo correto, mas saber que repentinamente a Two Door Cinema Club se apresentaria no Brasil foi a melhor notícia que uma pessoa poderia receber para fechar o ano. Inicialmente só existia uma possível confirmação de apresentação em Porto Alegre (no festival Mecca), mas por conta da maravilhosa iniciativa do projeto @queremos, os caras se apresentarão no Circo Voador.

Pois é, que projeto lindo! Quando poderíamos pensar que a força dos fãs geraria bons resultados!? Idéia inovadora e corajosa onde o objetivo era juntar um grupo de 280 pessoas dispostas a investir inicialmente R$200 (sem possibilidade de meia-entrada) para literalmente comprar “a vinda” do grupo para o Rio de Janeiro. Foi assim com Belle Sebastian, Vampire Weekend e Mayer Hawthorne.

O mais emocionante é que o resultado positivo dos investimentos poderiam ser acompanhados on line e no caso da Two Door Cinema Club, só foi definido faltando pouco mais de uma hora para que o projeto fosse finalizado. Quem acompanhou meus posts desesperados pelo Twitter e Orkut, sabe o quanto sofri, mas agora sou apenas alegria.

Que venha o dia 30 de Janeiro!

 


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